Prática de surfe no mar em Capão da Canoa

Mar agitado causa cancelamento de campeonato de surf em Xangri-Lá

Prática de surfe no mar em Capão da Canoa

Imagem ilustrativa. Foto: Alexandre Wesp Castro / Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0.

Créditos da imagem

Título original: “Surfando em Capão da Canoa.jpg”. Alterações: Redimensionamento e conversão para WebP; metadados descritivos acrescentados. Foto derivada sob a mesma licença CC BY-SA 4.0.

Ondas com altura superior a 2,5 metros marcaram o litoral norte no domingo, 18 de outubro, resultado da atuação de um ciclone extratropical sobre o oceano Atlântico a leste do Rio Grande do Sul. As condições marítimas severas impactaram eventos e estruturas da região.

O sistema meteorológico chamou atenção pelo padrão incomum. Imagens de satélite de 17 de outubro mostraram uma formação rara com aspecto de olho e centro de circulação bem definido. Embora ciclones sejam frequentes nas latitudes próximas ao estado, as imagens geralmente registram apenas o vórtice em espiral, tornando este caso particularmente notável.

A ondulação impactou o Circuito Gaúcho de Surf durante sua segunda etapa em Xangri-Lá. Água invadiu as estruturas do evento na madrugada, forçando o adiamento das semifinais da categoria masculino sub-12 e de todas as finais. O certame será retomado nos dias 12 e 13 de dezembro em Arroio do Sal, como parte da terceira etapa.

Os danos se espalharam pela região costeira. No rio Tramandaí, a ondulação produziu formações semelhantes à pororoca. Torres teve seu calçadão da Beira-Mar atingido, enquanto toda a faixa de praia do litoral norte foi recoberta pela maré, evidenciando a intensidade do fenômeno.

Com informações de Da Praia News.

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